A manifestação ocorre após Max afirmar que ainda não encontrou espaço para dialogar com o grupo governista sobre uma possível composição. Com a decisão do União Brasil de rejeitar a candidatura de Jayme Campos ao Governo e apoiar Pivetta, a expectativa é que novas conversas sejam abertas com o Podemos.
“É uma liderança, está sendo ouvida, será ouvida e tem que estar à mesa para discutir a condução do Estado de Mato Grosso. Foi nosso parceiro durante sete anos e três meses, e tenho certeza de que quer continuar sendo parceiro de Mato Grosso e do bom governo que precisamos para manter o Estado no caminho certo”, afirmou Mauro.
O Podemos ganhou importância nas articulações para a disputa pelo Palácio Paiaguás por projetar a eleição de uma das maiores bancadas de deputados estaduais e federais. Com esse peso político, Max tenta negociar a indicação do candidato a vice-governador. O PL, que lançou Wellington Fagundes ao Governo, também oferece a vaga de vice em busca do apoio do partido.
“O deputado Max é uma grande liderança no Estado de Mato Grosso. É presidente da Assembleia Legislativa e também preside o Podemos, que possui uma excelente chapa de deputados estaduais e deve formar uma das maiores bancadas nesta eleição”, concluiu.