Paraguaio que matou advogada degolada e estuprou a ex-namorada em 2013 é preso em MT

Polícia Civil de Pedra Preta (238 km ao Sul de Cuiabá) prendeu no final da tarde de quinta-feira (26) o paraguaio Cristiano Inácio dos Santos, 33. Ele é autor do latrocínio que vitimou a advogada Alessandra Martignago em 2013, na cidade de Primavera do Leste (231 km ao Sul de Cuiabá). Crime brutal chocou a população pela forma que foi cometido. Vítima foi encontrada agredida e degolada em casa.

 

Dias antes de Matar Alessandra, ele invadiu a casa de uma ex-namorada e a estuprou na frente do filho dela, um menino de 2 anos de idade na época do crime. A vítima era ex-funcionária de Alessandra.

 

Ele foi denunciado pelo crime e preso por mandado de prisão unificado pelos dois crimes, que somados equivalem a mais de 20 anos de prisão, confirmou a Polícia Civil ao .

 

Assim que os investigadores receberam o mandado, saíram em diligência atrás de Cristiano. Ele foi localizado no bairro Altos de Pedra Preta e não reagiu a abordagem. Ele foi preso e encaminhado para a delegacia da cidade. Sua prisão já foi comunicada ao judiciário.

 

Morte de Alessandra

O crime chocou a cidade no final de março de 2013. A advogada Alessandra Martignago estava desaparecida desde as primeiras horas da manhã, quando a caminhonete dela foi vista dando várias voltas pela cidade, ocupada por pessoas estranhas.

 

Polícia, com autorização da família, entrou na casa dela e encontrou seu corpo na lavanderia. Ela estava nua, sinais de violência. Havia corte na boca e também no pescoço, que apesar de pequeno, foi fatal.

 

O corpo dela só foi encontrado no final da tarde do dia de sua morte. Mas, o crime ocorreu no meio da manhã. Em diligências, a PM conseguiu prender Cristiano após uma perseguição.

 

Na casa onde ele morava foram encontrados vários objetos pessoas de Alessandra, como perfumes, joias, fotos, levados em outro assalto realizado na casa uma semana antes da morte da vítima.

 

No mesmo mês, ele invadiu a casa da ex-namorada e a estuprou na frente do filho, um menino de 2 anos. A vítima era funcionária de Alessandra. Mas, ela garantiu à polícia que eles nunca tiveram contato.

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