Maria Fernanda, de 20 anos, que foi brutalmente espancada por um cliente durante um programa sexual e teve o rosto desfigurado na madrugada de terça-feira (30), segue internada no Hospital e Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande. Conforme relato da irmã, Jessica Maria, ao Repórter MT, a jovem sofreu uma fratura na mandíbula e precisa passar por cirurgia. Por isso, a família tenta transferi-la para Cuiabá, onde mora, e para custear o tratamento.
“Ela não está se alimentando. A boca dela está muito machucada por fora e por dentro. Ela também quebrou a mandíbula e precisa de uma cirurgia”, afirmou.
“Ontem, transferiram ela para o quarto, mas precisamos de ajuda para transferi-la para Cuiabá. Não há condições de a minha irmã continuar ali. Quero tirá-la de lá e trazê-la para a Capital, onde moramos, para que ela faça essa cirurgia logo e acabe esse sofrimento”, suplicou.
Diante da gravidade do caso, Maria Fernanda precisa de ajuda não apenas para ser transferida para uma unidade de saúde de Cuiabá, mas também para custear o tratamento. Segundo a irmã, a jovem necessita de medicamentos, exames, consultas, alimentação especial e outros cuidados para a recuperação.
A família organizou uma vaquinha, e qualquer contribuição é bem-vinda. As doações podem ser feitas via PIX para o CPF 058.423.941-62, em nome de Jessica Maria Quintino de Oliveira
A jovem atua como garota de programa e, na última terça-feira, foi espancada por um cliente, de 22 anos, no bairro Princesa do Sol, em Várzea Grande. As agressões teriam ocorrido após uma discussão motivada pelo pagamento dos serviços.
Segundo a Polícia Militar, o agressor contratou Maria Fernanda para um encontro na casa dele. Em determinado momento, os dois discutiram e o homem passou a espancá-la. Após o crime, a mãe dele acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e informou que a vítima teria sofrido um acidente.
Depois das agressões, o homem fugiu para uma região de mata, mas foi preso ao tentar retornar à casa da mãe. Conforme relato dela à polícia, o filho costumava contratar garotas de programa utilizando o celular dos pais e levava as mulheres para os fundos da residência da família.
“O agressor tinha sido preso, mas não temos nenhuma informação se ele foi para o presídio ou se foi solto”, afirmou a irmã da vítima. (Repórter MT)
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