Ex-secretário chefe da Casa Civil, Paulo Taques, deixou o Centro de Custódia da Capital na tarde desta terça-feira (3) e foi levado ao prédio da Justiça Federal na Avenida do CPA.

Ele foi escoltado por policiais federais que o buscaram no CCC para ser ouvido como testemunha de defesa numa ação penal movida pelo MPF contra o réu José Carlos Dorte, que é processado pelo crime de falso testemunho.

Taques foi ouvido pelo juiz Paulo Alves Sodré, da 7ª Vara Federal e depois levado de volta para o Centro de Custódia. O processo é um desdobramento das eleições de 2010 quando houve acusação de fraude na ata de registro da candidatura do hoje governador Pedro Taques para o Senado.

Num determinado momento, o empresário José Carlos Dorte que já foi superintendente do Sesi-MT reconheceu, em documento protocolado no TRE, que houve fraude na ata do registro de candidatura de Pedro Taques que foi eleito senador pelo pelo PDT no pleito de 2010.

Dorte foi o representante da coligação Mato Grosso Melhor pra Você na disputa eleitoral daquele ano e em meio às acusações de fraude na ata disse que a assinatura no documento não era dele. Agora é processado, desde julho de 2016, numa ação penal cujo movida pelo MPF.

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