‘delação monstruosa’ de Silval Barbosa recebeu esta alcunha do ministro do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, não apenas por conta de seu conteúdo explosivo, que acusa vários políticos e detentores de cargo nas esferas estadual e federal. Mas também pela materialidade das denúncias, que se espalham por 664 páginas de documentos, três volumes e 15 apensos. Na descrição dos materiais, surgem dezenas de unidades de CD e DVD contendo os áudios e vídeos com gravações comprometedoras de agentes públicos.

Como já se sabe, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu que não haja, por ora, desmembramento dos fatos relacionados à delação e que o inquérito inicialmente correrá em Brasília. Mas a primeira diligência solicitada por Janot foi a de acionar a Superintendência da Polícia Federal em Mato Grosso para que fizesse a análise das declarações de Silval, de sua mulher Roseli Barbosa, de seu filho Rodrigo Barbosa, de seu irmão, Antônio Barbosa e do seu chefe de gabinete na época, Silvio Cézar. O pedido é para que a PF cruze as informações expressas nas delações com provas já colhidas na época da Operação Ararath.

 

fonte ; folhamax

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