O governador Pedro Taques (PSDB) acusou o presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Antônio Joaquim, de estar usando o órgão como “palanque eleitoral” com vistas às próximas eleições.

 

Taques classificou recentes atos praticados por Antônio Joaquim como “politiqueiros” e “midiáticos”. As críticas foram feitas por meio do WhatsApp, na noite desta segunda-feira (24).

 

O estopim para o governador foi à informação divulgada pelo TCE, na última segunda, dando conta de uma ação judicial a ser movida contra a Secretaria de Estado de Fazendo (Sefaz).

 

O TCE se permite servir de trampolim (ou seria puleiro ?) eleitoral para o seu presidente, auto-declarado candidato, chamar para si holofotes em ações politiqueiras, midiáticas e desprovidas de valor real

Taques também disse que o TCE “se permite rebaixar mais uma vez”. “A primeira vez aconteceu quando permitiu as negociatas de venda de vagas, antes veladas e agora reveladas por denúncias que pipocam a todo lado. Ali, teve de tudo pra ocupar vaga, até conselheiro hereditário”, disse

 

“A segunda vez foi quando permitiu que todas as negociatas do Governo Silval (antes supostas e agora expostas) acontecessem embaixo das suas barbas, seja por conivência ou por incompetência. Cabe a ressalva de que o TCE esteve presente na Secopa, com auditores permanentes lá, com este mesmo modelo ‘inovador’ de auditoria durante a execução. Deu no que deu: obras de péssima qualidade, sem prazos, com descontrole total. Sobrou pra gente organizar essa zona”, criticou.

 

Trampolim político

 

O TCE alega que a Sefaz se negou a fornecer informações requisitadas por equipe de auditores públicos externos designada para essa atividade, sob a alegação de preservação de sigilo fiscal das empresas exportadoras. A medida teria impossibilitado uma auditoria a ser realizada pela Corte de Contas.

 

“O TCE se permite servir de trampolim (ou seria puleiro ?) eleitoral para o seu presidente, auto-declarado candidato, chamar para si holofotes em ações politiqueiras, midiáticas e desprovidas de valor real”, disse Taques.

 

O governador ainda insinuou que Antônio Joaquim quer ter acesso a dados sigilosos para “prospectar” possíveis doadores de campanha para uma eventual disputa eleitoral.

 

“Nada justifica que, ao invés de analisar os dados e sistemas de controle, querer acesso a CPFs e valores individuais. Não interessa a eles os processos, mas sim os nomes. Quer prospectar CPFs com que interesse? Avaliando o potencial dos contribuintes para Futuras doações de campanha ? Muito estranho tudo isso”, afirmou o governador.

 

Leia mensagem do governador:

 

“O TCE MT, a meu ver está se permitindo rebaixar mais uma vez.

 

A primeira vez aconteceu quando permitiu as negociatas de venda de vagas, antes veladas e agora Reveladas por denúncias que pipocam a todo lado. Ali teve de tudo pra ocupar vaga, até Conselheiro hereditário.

 

A segunda vez foi quando permitiu que todas as negociatas do Governo Silval (antes supostas e agora expostas) acontecessem embaixo das suas barbas, seja por conivência ou por incompetência. Cabe a ressalva de que o TCE esteve presente na Secopa, com auditores permanentes lá, com este mesmo modelo “inovador” de auditoria durante a execução. Deu no que deu: obras de péssima qualidade, sem prazos, com descontrole total. Sobrou pra gente organizar essa zona.

 

Agora, se permite servir de trampolim (ou seria puleiro ?) eleitoral para o seu presidente, auto-declarado candidato, chamar para si holofotes em ações politiqueiras, midiáticas e desprovidas de valor real.

 

Nada justifica que, ao invés de analisar os dados e sistemas de controle, querer acesso a CPFs e valores individuais. Não interessa a eles os processos, mas sim os nomes. Quer prospectar CPFs com que interesse ? Avaliando o potencial dos contribuintes para Futuras doações de campanha ? Muito estranho tudo isso.”

fonte ; midia news

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