O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (PMDB), encaminhou à Câmara de Cuiabá, para apreciação em regime de urgência, um projeto para desmembrar a Secretaria de Governo e Comunicação. O projeto é apenas uma parte de uma pretendida reforma administrativa, que ainda não tem previsão de ser enviada em sua totalidade.

De acordo com o secretário de Governo e Comunicação, Carlos Roberto, foi protocolado no ultimo dia 11 o projeto para separar as duas pastas devido “à urgência” de tal ação. Inclusive, o prefeito Emanuel se reunirá com 25 vereadores, na quarta-feira (19), para defender o projeto.

 

“Protocolamos no dia 11 o projeto para separar as secretarias porque tinha urgência de desmembrar, porque são áreas com atuações diferentes. Agora, o prefeito vai se reunir com os vereadores para falar, entre outros assuntos, desse desmembramento”, disse.

A reforma administrativa vem sendo anunciada por Emanuel desde que assumiu a prefeitura. Ele chegou até a nomear o jornalista José Roberto Amador como secretário de Comunicação, mesmo não existindo o cargo oficialmente.

Agora, com a reforma, Emanuel vai desfazer o que o ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (PSB), havia realizado em 2015, como medida para cortar custos. Na época, Mendes extinguiu nove secretarias e a prefeitura de Cuiabá passou a ser composta por 17 pastas.

Novas mudanças – Apesar do envio do projeto para desmembrar as pastas, não há previsão para que o “resto” da reforma administrativa seja enviada à Câmara de Cuiabá, segundo secretário Carlos Roberto.

“Ainda está sendo estudado o que, de fato, será realizado nessa reforma. Está sendo analisado o impacto e a viabilidade do desmembramento de outras secretarias”, disse.

Nos bastidores, especula-se que a secretaria de Esportes seja recriada, devido às inúmeras promessas de campanha feitas para o segmento. Porém, o próprio prefeito vetou o projeto de lei de recriação da secretaria proposto pelo vereador Toninho de Souza, no final do ano passado.

Outra mudança que ainda está sendo discutida é sobre as subprefeituras, que devem ser redistribuídas e ter uma nova estrutura, pois passariam a contar com um cargo de “adjunto”.
Até o momento, nenhum subprefeito foi nomeado e a previsão é de que isso só aconteça após a aprovação do projeto no Legislativo.

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