Há 1 semana de terminar o prazo do inquérito que apura a sequência de sete execuções em Sinop (500 quilômetros ao Norte de Cuiabá), após o latrocínio que matou o soldado da PM Fábio Zampirão, o delegado regional Sérgio Ribeiro, afirma que “tudo ainda está muito nebuloso” e que vai pedir dilação de prazo.

Especula-se ligação entre a morte do PM e as execuções, que seriam uma espécie de “limpeza” promovida pela Polícia.

 

No entanto, algumas das vítimas não têm passagem policial e pode ser que não sejam da criminalidade, o que comprometeria esta tese.

Quanto ao caso específico de Zampirão, o delegado considera um crime simples isoladamente. “Foi um latrocínio”, afirma, sem comentar que se especula também que ele teria sido morto por encomenda, simulando um latrocínio.

Os dois ladrões que entraram na casa do PM, em 30 de janeiro deste ano, já foram executados. Um deles minutos após o crime e o outro uma semana depois, tempo em que foragiu em área de mata dificultando os trabalhos de força-tarefa de mais de 60 militares.

Questionado se já ouviu alguém em depoimento, o delegado alega que o inquérito corre em sigilo e que não vai falar sobre o caso.

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