Solto há cerca de 3 meses por decisão da juíza Selma Rosane Santos Arruda, da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, o ex-secretário Pedro Jamil Nadaf se envolveu numa confusão na tarde desta quinta-feira. Desta vez, porém, a acusação de agressão contra a ex-mulher, a psicológa Geiziane Antelo.

A atual companheira de Nadaf, Narjara Barros, também foi acusada das agressões. Em boletim de ocorrência registrado na Central de Flagrantes de Cuiabá, a psicóloga relatou que encontrou Nadaf e a atual companheira na agência Estilo do Banco do Brasil, no bairro Goiabeiras.

Ela afirmou que, assim que viu, Narjara Barros passou a desferir xingamentos e outras ofensas contra ela e sua filha, que é menor de idade. Ameaças também foram feitas.

Após a série de xingamentos, Geiziane relatou que Narjara partiu para a agressão física. Relatou também que o ex-secretário participou da agressão.

Segundo a psicóloga, a atual companheira de Nadaf iniciou esmurrando o carro da “rival”. Geiziane desceu do carro para impedi-la de danificar o veículo, e acabou sendo interceptada pelo ex-secretário e sua noiva.

Ela disse que Nadaf empurrou seu rosto fortemente, e a atual companheira puxou seus cabelos, deu tapas em seu rosto e lhe arranhou. Ela ainda rasgou a roupa da vítima.

Um cliente do banco conseguiu retirar a psicóloga das “garras” da rival. Porém, a confusão não acabou.

Enquanto a psicóloga acionava a Polícia Militar, a companheira de Nadaf chamou seu irmão, Iago Barros. Ele chegou ao local alterado e tentou agredir a vítima, mas foi contido pelo gerente do banco.

Com a chegada da Polícia, o casal deixou o local. Geiziane foi a Central de Flagrantes registrar ocorrência e pediu medidas protetivas contra Nadaf e sua noiva.

A confusão entre a atual e ex-mulher de Nadaf é antiga. Recentemente, elas trocaram farpas no Instagram.

A filha da psicóloga também se envolveu na discussão. Ex-secretário da CAsa Civil da gestão Silval Barbosa (PMDB), Pedro Nadaf foi preso em setembro de 2015, durante a “Operação Sodoma”

Ele ainda teve prisões expedidas na 2ª fase da Sodoma e também na Operação Seven. Foi solto poucos dias antes de completar um mês de prisão após confessar ter participado de crimes de desvio de dinheiro público.  Ele se comprometeu a devolver aquilo que admitiu ter desviado dos cofres públicos.

 

fonte ; folha max

 

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